Categorias
Estratégia B2B Planejamento & Gestão Financeira Uncategorized

Lucro Real vs. Presumido: Qual o regime ideal para sua empresa B2B?

Lucro Real vs. Presumido: Qual o regime ideal para sua empresa B2B?

A escolha do regime tributário é, talvez, a decisão financeira mais crítica que uma empresa deve tomar anualmente. Ela impacta diretamente a carga fiscal, a margem de lucro e o fluxo de caixa do seu negócio. Para as empresas B2B (Business-to-Business), que vendem para outras empresas, essa escolha exige um olhar ainda mais estratégico.

Permanecer no regime errado pode significar pagar muito mais imposto do que o necessário. Na JCK Consultoria, defendemos que a escolha deve ser baseada em análise e projeção de dados, não em suposições.

Vamos entender as características do Lucro Presumido e do Lucro Real e como definir o caminho ideal para sua empresa.


 

🔹 1. Lucro Presumido: Simplicidade e Receita Fixa

 

O Lucro Presumido é frequentemente escolhido pela sua simplicidade.

 

Como Funciona:

 

  • Base de Cálculo: O governo presume qual é a sua margem de lucro com base na sua atividade (e não no lucro real apurado). Para a maioria dos serviços, a presunção é de 32% da receita bruta (para revenda de mercadorias, é 8%).

  • Tributos:

    • IRPJ e CSLL: Incidem sobre a base presumida.

    • PIS e COFINS: Calculados pelo regime cumulativo (sem direito a crédito na maioria dos casos) e com alíquotas baixas (0,65% e 3,0%, respectivamente).

  • Carga Fiscal Total Média: Varia, mas fica em torno de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento (incluindo ISS, IRPJ e CSLL).

 

Ideal Para Empresas B2B que:

 

  1. Possuem margem de lucro superior à presunção do governo (acima de 32% para serviços).

  2. Têm poucos custos e despesas dedutíveis (mão de obra e insumos).

  3. Possuem faturamento anual até R$ 78 milhões.


 

🔸 2. Lucro Real: Precisão e Oportunidade de Crédito

 

O Lucro Real é o regime mais complexo em termos de apuração, mas oferece as maiores oportunidades de economia tributária.

 

Como Funciona:

 

  • Base de Cálculo: O IRPJ e a CSLL incidem sobre o lucro contábil efetivo (Receitas menos Custos e Despesas dedutíveis). Se houver prejuízo, não há imposto a pagar (IRPJ/CSLL).

  • Tributos:

    • IRPJ e CSLL: Incidem sobre o lucro efetivo.

    • PIS e COFINS: Calculados pelo regime não cumulativo (alíquotas maiores: 1,65% e 7,6%, respectivamente). Isso significa que a empresa tem direito a abater créditos sobre grande parte dos seus custos e despesas (energia, aluguel, depreciação, etc.).

 

Ideal Para Empresas B2B que:

 

  1. Possuem margem de lucro reduzida (igual ou inferior à presunção, ou seja, abaixo de 32% para serviços).

  2. Têm elevado volume de custos e despesas que geram crédito (principalmente PIS/COFINS).

  3. Apresentam a possibilidade de ter prejuízo em alguns períodos.

  4. Estão obrigadas a este regime (faturamento acima de R$ 78 milhões ou atividades específicas, como bancos).


 

📊 A Análise Estratégica: Onde está a sua Margem?

 

A decisão se resume a uma pergunta-chave: Qual será a sua margem de lucro real no próximo ano?

CenárioO que FazerJustificativa
Lucro Real < PresumidoOpte pelo Lucro RealSe o seu lucro efetivo for inferior ao lucro presumido (32%), você pagará IRPJ/CSLL sobre uma base menor.
Lucro Real > PresumidoOpte pelo Lucro PresumidoSe o seu lucro efetivo for superior ao lucro presumido (32%), você “presume” um lucro menor, pagando menos IRPJ/CSLL.

 

O Fator PIS/COFINS (Não Cumulatividade):

 

Para empresas B2B com elevados custos de aquisição (insumos, energia, aluguéis de bens utilizados na prestação do serviço), o Lucro Real pode ser ideal, mesmo com margens altas, devido ao benefício dos créditos de PIS/COFINS não cumulativos. Esse crédito pode anular o impacto do IRPJ/CSLL.

 

📝 A Necessidade de Simulação e Planejamento

 

A JCK Consultoria adota o princípio da transparência e da proatividade:

  1. Simulação: É essencial simular o DRE (Demonstrativo de Resultado do Exercício) projetado para o próximo ano em ambos os regimes, considerando as alíquotas e o impacto dos créditos de PIS/COFINS.

  2. Transparência Contábil: A escolha do Lucro Real exige uma contabilidade rigorosa e transparente, com conciliação diária, para justificar cada dedução.

  3. Prazo: A escolha do regime é feita no primeiro recolhimento de impostos do ano (via de regra, em janeiro) e é irreversível para o ano todo.

Recomendação JCK: Nunca escolha um regime apenas pela “tradição” ou pela “facilidade”. Use o poder dos seus dados financeiros projetados para fazer uma escolha inteligente.


Sua empresa B2B está no regime tributário que maximiza seus lucros?

A JCK Consultoria está pronta para realizar o Diagnóstico Tributário e a Simulação de Cenários para identificar o regime ideal para 2026, garantindo a conformidade e a maior eficiência fiscal.

Entre em contato conosco para garantir que você não esteja perdendo dinheiro para o Leão.

Categorias
Estratégia B2B Planejamento & Gestão Financeira Uncategorized

Planejamento Orçamentário 2026: Por onde começar a garantir a saúde financeira do próximo ano?

🗓️ Planejamento Orçamentário 2026: Por onde começar a garantir a saúde financeira do próximo ano?

O final do ano se aproxima e, com ele, o momento crucial de traçar o mapa financeiro para o ciclo seguinte. O Planejamento Orçamentário não é apenas um exercício de números; é a ferramenta que transforma sua visão de futuro em metas financeiras tangíveis e controláveis.

Ignorar essa etapa é como viajar sem GPS: você pode chegar ao destino, mas a rota será incerta, cheia de desvios e com risco elevado de ficar sem combustível (capital de giro).

Para garantir que 2026 seja um ano de crescimento sólido e previsível, a JCK Consultoria preparou um guia sobre por onde começar seu Planejamento Orçamentário.


 

Passo 1: O Ponto de Partida – Análise Histórica e Realidade Atual

 

O futuro é construído sobre a base do passado. Antes de projetar 2026, você precisa entender o desempenho de 2025.

  • Revisão do Desempenho:

    • DRE Gerencial: Analise os resultados de 2025 (ou os últimos 12 meses) comparando o que foi realizado com o que foi orçado (se você já fazia um).

    • Identifique os Desvios: Por que as receitas ficaram abaixo ou acima da meta? Onde os custos e despesas fixas explodiram?

  • Aprenda com os Erros (e Acertos): Os desvios são os seus principais insights. Um erro de projeção em 2025 é uma informação valiosa para aprimorar a precisão em 2026.

  • Defina o Ponto de Equilíbrio: Calcule (ou recalcule) o valor mínimo de faturamento que sua empresa precisa ter para cobrir todos os custos e despesas e não ter prejuízo. Este será seu piso de segurança para a projeção.

 

Passo 2: Definição de Metas Estratégicas para 2026

 

O orçamento deve refletir a estratégia do negócio. Pergunte: Onde queremos estar no final de 2026?

  • Metas SMART: Defina metas de crescimento de forma Específica, Mensurável, Alcançável, Relevante e com Prazo definido.

    • Exemplo ruim: “Vender mais.”

    • Exemplo SMART: “Aumentar o faturamento em 15% até dezembro de 2026, por meio da expansão para o mercado B2B, investindo R$ 50.000,00 em marketing.”

  • Alinhamento de Áreas: Envolva os líderes de Vendas, Marketing e Operações. As metas de receita precisam ser realistas com a capacidade de produção/entrega da empresa. O orçamento de Marketing deve suportar a meta de Vendas.

 

Passo 3: Projeção de Receitas – O Teto do Orçamento

 

Seja realista, mas ambicioso, ao projetar o faturamento.

  • Método Híbrido: Use o histórico como base e aplique os fatores de correção:

    • Fatores Internos: Lançamento de novos produtos/serviços, aumento da equipe de vendas, reajuste de preços.

    • Fatores Externos: Projeção de inflação (IPCA), crescimento do PIB, taxa de juros (SELIC) e tendências do seu setor.

  • Projeção Mês a Mês: A receita deve ser distribuída ao longo dos 12 meses, considerando a sazonalidade do seu negócio. (Ex: o setor de serviços B2B tende a faturar menos em janeiro e dezembro).

 

Passo 4: Projeção de Despesas e Investimentos – O Chão do Orçamento

 

Aqui reside a maior oportunidade de controle. Divida as projeções em três categorias:

  1. Custos Variáveis (CV): Relacionados diretamente ao volume de vendas (ex: comissões, impostos sobre vendas). Projetar o CV é fácil, pois ele é uma porcentagem da Receita (Passo 3).

  2. Despesas Fixas (DF): Não variam com o volume de vendas (ex: aluguel, salários administrativos). Projete com base no valor atual de 2025, aplicando um reajuste (Ex: 5% de inflação ou reajuste de aluguel).

  3. Investimentos (CAPEX): Os gastos planejados para o crescimento (ex: compra de um novo servidor, reforma do escritório, software de gestão). Reserve verba para isso! Não deixe o investimento para “se sobrar dinheiro”.

 

Passo 5: O Orçamento Final e o Monitoramento

 

O documento final é um Demonstrativo de Resultados Projetado (DRE Projetado).

  • Crie Cenários: Tenha um cenário Pessimista (segurança), Realista (meta principal) e Otimista (alavancagem). Isso prepara a gestão para qualquer revés.

  • Fluxo de Caixa Projetado: Transforme o DRE em Fluxo de Caixa, ajustando o pagamento e recebimento de contas (competência x caixa). Isso garantirá que você nunca fique sem dinheiro para honrar os compromissos.

  • Monitoramento Mensal (Acompanhamento Orçamentário): A chave do sucesso. Mensalmente, compare o Realizado com o Projetado e tome medidas corretivas imediatamente.

Transparência JCK: O Planejamento Orçamentário é um processo cíclico. Não espere a perfeição no primeiro ano. O importante é começar e criar a cultura de gestão baseada em metas.


Sua empresa está preparada para transformar metas em realidade em 2026?

A JCK Consultoria é especialista em transformar dados históricos em orçamentos estratégicos e eficientes. Nossa metodologia garante a clareza, a transparência e a inteligência necessária para sua empresa ter um ano de crescimento sustentável.

Entre em contato e comece hoje mesmo a construir um 2026 previsível e lucrativo.

Categorias
Planejamento & Gestão Financeira

5 Sinais de que sua empresa precisa de um BPO Financeiro

5 Sinais de que sua empresa precisa de um BPO Financeiro

O crescimento de uma empresa é sempre motivo de celebração, mas frequentemente vem acompanhado de um aumento na complexidade das rotinas administrativas. Muitas vezes, o financeiro, que é o coração do negócio, acaba sendo negligenciado ou executado de forma ineficiente, gerando prejuízos silenciosos.

BPO (Business Process Outsourcing) Financeiro é a terceirização completa da gestão e execução das atividades financeiras da sua empresa para especialistas. É a chave para transformar um centro de custos em um centro de inteligência estratégica.

Se você está em dúvida sobre o momento de profissionalizar sua gestão, observe estes 5 sinais claros de que sua empresa se beneficiaria enormemente de um parceiro de BPO Financeiro:


1. 📈 Seu Fluxo de Caixa é uma “Caixa-Preta”

Você tem a sensação de que o dinheiro está sempre sumindo? O gestor não consegue ter uma visão clara e antecipada de quanto vai entrar e sair na próxima semana ou mês?

  • O Sinal: A conciliação bancária não é feita diariamente, as contas a pagar e a receber estão em planilhas desorganizadas, e a tomada de decisão é baseada no “achismo” ou no saldo do dia.

  • A Solução do BPO: Uma equipe especializada implementa a rotina de controle de fluxo de caixa rigorosa, com conciliação diária e relatórios gerenciais transparentes. Isso oferece previsibilidade e permite que você tome decisões com base em dados concretos, não em suposições.

2. ⏳ O Empreendedor “Apaga Incêndios” Financeiros

Se você, como dono ou gestor, passa mais tempo emitindo boletos, agendando pagamentos ou cobrando clientes do que pensando na estratégia central do seu negócio (core business), há um problema sério de foco.

  • O Sinal: As tarefas operacionais consomem seu tempo estratégico. A emissão de notas fiscais, a conferência de pagamentos e a gestão de documentos se tornaram seus principais cargos.

  • A Solução do BPO: O BPO assume toda a execução dessas tarefas rotineiras e repetitivas (contas a pagar/receber, faturamento). Isso libera até 40% do seu tempo para focar em vendas, inovação e no crescimento da sua empresa.

3. 💸 Contas Pessoais e Empresariais se Misturam

A famosa “confusão” entre pessoa física (PF) e pessoa jurídica (PJ) é um erro crônico que destrói a saúde financeira de qualquer empresa.

  • O Sinal: O cartão corporativo é usado para despesas pessoais, ou o dinheiro do caixa da empresa é frequentemente usado para cobrir gastos particulares sem registro adequado.

  • A Solução do BPO: Um parceiro de BPO impõe a disciplina de separação patrimonial. Ele estabelece uma rotina clara para o pró-labore e gerencia o contas a pagar e receber da PJ com rigor, garantindo que o seu Demonstrativo de Resultados (DRE) reflita a real lucratividade do negócio.

4. 📉 Os Relatórios Financeiros São Inexistentes ou Inúteis

Você recebe relatórios contábeis, mas eles parecem um amontoado de números sem sentido para a sua gestão? Ou pior: você nem sequer tem um Relatório Gerencial de Desempenho (DRE gerencial) em mãos.

  • O Sinal: Sua empresa não monitora indicadores-chave (KPIs) como Margem de Lucro, Ponto de Equilíbrio ou Custo de Aquisição de Clientes (CAC).

  • A Solução do BPO: O BPO não apenas processa os dados, mas os transforma em inteligência. Ele entrega relatórios gerenciais personalizados, claros e frequentes, permitindo que você identifique gargalos de custos e oportunidades de otimização tributária e de processos.

5. 🚨 Riscos de Erros e Multas São Constantes

A falta de padronização nas rotinas financeiras aumenta exponencialmente o risco de erros operacionais, o que pode levar a multas, juros e até problemas fiscais.

  • O Sinal: Pagamentos de fornecedores são feitos com atraso, há inconsistência entre os extratos bancários e o que foi registrado no sistema, ou a documentação financeira está desorganizada.

  • A Solução do BPO: Você passa a contar com o expertise de especialistas que trabalham com processos padronizados e tecnologia (softwares de gestão). Isso minimiza erros, garante que todas as obrigações sejam cumpridas nos prazos e oferece maior segurança e transparência na gestão.


Quer um Diagnóstico Claro? Conte com a JCK Consultoria

Se você se identificou com pelo menos dois desses sinais, é hora de considerar o BPO Financeiro como um investimento estratégico. Ele não é apenas um custo, mas um caminho para a eficiência, redução de riscos e foco no crescimento.

A JCK Consultoria está pronta para analisar a situação atual do seu financeiro e mostrar como a terceirização pode otimizar sua gestão.

 

Fale conosco e comece a transformar o financeiro da sua empresa de um desafio em uma vantagem competitiva.

Categorias
Estratégia B2B Planejamento & Gestão Financeira

O que a Reforma Tributária muda para empresas de Serviços?

O que a Reforma Tributária muda para empresas de Serviços? Entenda os Impactos e a Transição

A aprovação da Reforma Tributária sobre o consumo (PEC 45/2019) marca um dos maiores movimentos de simplificação fiscal do Brasil em décadas. Para as empresas de serviços, este é um momento de atenção e planejamento estratégico, pois as mudanças são profundas e prometem reestruturar toda a forma de tributação.

Na JCK Consultoria, entendemos que a clareza é fundamental. Por isso, detalhamos a seguir os principais pontos de atenção e as oportunidades que surgem com o novo sistema.


 

💡 A Grande Mudança: A Transição para o IVA Dual

 

O ponto central da Reforma é a substituição de cinco tributos atuais por dois novos, que juntos formarão um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual:

Tributos Atuais que Serão ExtintosNovos Tributos (IVA Dual)
PIS e COFINSCBS (Contribuição sobre Bens e Serviços – Federal)
ICMS e ISSIBS (Imposto sobre Bens e Serviços – Estadual/Municipal)
IPIExtinto (Imposto Seletivo sobre bens e serviços específicos)

 

1. Fim da Cumulatividade e o Princípio do “Destino”

 

  • Não Cumulatividade Plena: A principal vantagem é a adoção do princípio da não cumulatividade plena. Isso significa que, teoricamente, todos os impostos pagos nas aquisições de bens e serviços (insumos) geram crédito para a empresa, que abate o valor na próxima etapa.

    • O Desafio para Serviços: Ao contrário da indústria, muitas empresas de serviços têm a folha de pagamento como principal custo, que não gera crédito. A alíquota unificada de IBS/CBS tende a ser mais alta (estima-se um padrão em torno de 25% a 27%), o que pode elevar a carga tributária para serviços intensivos em mão de obra, especialmente aqueles hoje enquadrados no Lucro Presumido ou Simples Nacional.

  • Tributação na Origem x Destino: A cobrança dos novos tributos passa a ser no destino, ou seja, onde o serviço é consumido, e não mais onde é produzido. Isso simplifica a guerra fiscal entre municípios e estados, mas exige que as empresas de serviços revisem seus sistemas de emissão e cadastro de clientes.

 

2. Alíquotas Diferenciadas e Regimes Específicos

 

Para mitigar o impacto no setor de serviços, a Reforma previu alíquotas reduzidas (correspondentes a 60% ou 30% da alíquota padrão) para atividades específicas. Alguns exemplos incluem:

  • Saúde e Educação: Alíquota reduzida em 60%.

  • Profissões Regulamentadas (como advocacia, contabilidade, engenharia): Poderão ter uma redução de até 30% na alíquota.

  • Regimes Específicos: O setor financeiro, imobiliário e de transporte, entre outros, terão regras específicas de tributação.

 

3. O Futuro do Simples Nacional

 

O Simples Nacional será mantido, mas as empresas terão uma opção importante a partir de 2027:

  1. Permanecer integralmente no Simples: Mantendo o regime unificado atual.

  2. Opção Híbrida: Recolher o IBS e a CBS fora do sistema unificado. Esta alternativa visa permitir que as empresas do Simples aproveitem os créditos tributários de forma mais ampla, mantendo a simplicidade nos demais tributos. A decisão dependerá de uma análise detalhada da cadeia de valor de cada negócio.


 

🗓️ Fique Atento ao Cronograma de Transição

 

O novo sistema não será implementado de forma imediata. O período de transição é longo e crucial para a adaptação:

PeríodoO que Acontece
2026Início da fase de teste e implementação da CBS e IBS com alíquotas simbólicas.
2027Extinção de PIS/COFINS e substituição completa pela CBS.
2029 – 2032Transição gradual, com redução de alíquotas de ISS/ICMS e aumento de IBS.
2033Consolidação total do novo sistema, com a extinção completa de ISS, ICMS e IPI.

Durante este período, o sistema antigo e o novo coexistirão, exigindo o dobro de atenção das equipes fiscais.

 

🎯 Como sua empresa deve se preparar AGORA

 

A Reforma Tributária não é apenas uma mudança no cálculo de impostos; é uma reestruturação de processos e sistemas. Para a JCK Consultoria, a proatividade e a transparência são chaves:

  1. Revisão da Precificação: Avalie o impacto da nova alíquota e do crédito presumido (se aplicável) na formação de preço dos seus serviços.

  2. Atualização de Cadastros: Garanta que os dados de clientes (endereço e município de destino) e fornecedores estejam corretos, pois serão cruciais para a apropriação de créditos.

  3. Tecnologia e Treinamento: Prepare seus sistemas fiscais para a nova realidade (emissão de notas, apuração) e treine suas equipes.

  4. Análise Estratégica: Realize um estudo de cenários para definir o melhor regime tributário a partir de 2027 – Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.

Transparência JCK: A Reforma busca simplificar o sistema, mas a complexidade da transição é alta, especialmente para o setor de serviços. Estar à frente do planejamento é o que diferenciará as empresas que transformarão este desafio em vantagem competitiva.


Você está pronto para navegar nesta nova era fiscal?

A JCK Consultoria possui a expertise e as ferramentas necessárias para realizar a Análise de Impacto e o Planejamento da Transição para o seu negócio de serviços.

Fale conosco e garanta que sua empresa não apenas cumpra as novas regras, mas otimize sua carga tributária na vigência da Reforma.